Carta aos jovens

guaiuba-073Castidade

Essa palavra nos causa pavor nos dias de hoje. Nos soa mal, mais ou menos como privação de felicidade, proibição do prazer.

Porém, tudo isso é falso. Seria um absurdo dizer que Deus não quer o prazer, já que foi ele mesmo que o criou. Acho que o grande nó da questão está em entendermos algumas coisas básicas e importantes.

Em primeiro lugar é preciso a gente saber que a castidade não é uma lei imposta por um Deus imenso, todo-poderoso, insensível que como um tirano dita suas normas do alto do seu trono. Bom, na verdade esse deus tirano nem existe! Deus é Pai e nos ama. Isso é o mais importante.

Hoje, como em muitas outras épocas, querem nos fazer engolir “goela a baixo” as coisas sem pensarmos muito. Porém estou convencido de que os jovens merecem todo o respeito. Esse respeito foi dado por Jesus e é fruto do grande amor de Deus por cada um.

Podemos ver um pouco a vida de um jovem no Evangelho, um jovem discípulo do Senhor: João, o Evangelista. S. João se sentia muito amado por Jesus. Ele se sentia tão amado que quando escreveu o evangelho se dizia “o discípulo amado”. Quando João ficou bem velhinho, ele escreveu uma das cartas mais lindas que há na Bíblia, a primeira carta ou epístola de S. João. Escreveu-a a seus filhos espirituais que ele gostava de chamar de “filhinhos”.

Quando descobri o amor de Deus na minha vida, gostava muito de ler essa carta e de modo especial me chamava atenção o modo carinhoso como S. João se expressava para aquele povo chamando-os de “filhinhos”. Ficava pensando de onde S. João haveria aprendido esse jeito de falar. Aí, lendo o Evangelho que ele escreveu, o capítulo 13, me deparei com essa mesma expressão… na boca de Jesus!

“Meus filhinhos, eu só estou convosco por pouco tempo… um mandamento novo eu vos dou: amai-vos uns aos outros. Como eu vos amei, vós também amai-vos uns aos outros” (Jo 13,33-34).

Sim, foi de Jesus que o jovem João ouvira essa expressão antes de começar ele mesmo a usá-la. Jesus que ele tanto amava e que se sentia tanto amado. João havia reclinado a cabeça no peito de Jesus na última ceia (para entender isso é precioso saber que eles comiam mais ou menos deitados como em um divã…), naquela última refeição que eles fariam juntos antes da morte de Jesus. Nessa ceia Jesus nos deixou a Eucaristia, o seu corpo e o seu sangue sob a aparência de pão e vinho. Fico pensando que João (poderíamos até chamá-lo de Joãozinho…) sentiu o pulsar do coração de Jesus que naquele momento devia estar batendo forte, muito forte… pouco tempo depois, ao lado da Mãe de Jesus ele o veria coberto de sangue e chagas, morrendo crucificado e aquele coração que ele ouvira pulsar na última ceia agora era traspassado pela lança do soldado. Rasgado. O coração de Jesus como que explodiu de tanto amor por João e nele simbolizados ali todos nós, todos os jovens, toda a humanidade, os filhos de Maria.

Claro, nós sabemos que esse não é o triste final de um filme dramático, o final é maravilhoso, Jesus ressuscitou! Aleluia! No domingo após aquela sexta-feira de trevas, a grande notícia: Jesus está vivo! Mais uma vez é o jovem João que corre ao túmulo para verificar a verdade que as mulheres haviam dito. Corre com a força da sua juventude, com a força do amor.

Bom, poderia continuar falando sobre essa história muito tempo pois ela é longa, mas nós já sabemos. Talvez a pergunta de quem teve paciência de suportar até aqui essa leitura é: mas o que isso tem a ver com CASTIDADE? Isso mesmo, era sobre castidade que a gente estava falando. A volta foi tão longa que talvez você nem lembrasse mais.

Pois bem, tem tudo a ver pois nós só falamos até agora de amor. Amor de verdade. Amor de Deus e amor humano. Amor divino que pulsou em um coração humano.

Nós fomos feitos, criados por Deus à sua imagem e semelhança. Deus é amor, nos diz S. João em sua primeira carta. Ora, sendo assim, nós podemos dizer que somos imagem e semelhança do amor.

O que isso significa? Quer dizer que nós fomos criados pelo Amor capazes de amar e quanto mais amamos mais somos aquilo que somos. Dá pra entender? Amar é a razão e o fim da nossa existência. Nós não vivemos e não somos felizes se não amamos.

Imagine aí sua vida sem amor…! Dá pra imaginar? Já pensou se você jamais tivesse se sentido amado e jamais tivesse amado na vida? Impensável não é?!

Pois bem, essa é uma característica divina em nós. Mas talvez isso não seja ainda grande novidade para você. Sento assim, vou tentar jogar algo mais “quente”, uma coisa que talvez faça a diferença naquilo que você já sabe: você foi criado inteiramente para o amor. Qual a novidade? Você! Todo! Tudo! Não foi o seu coração, a sua mente, sua alma, suas emoções… não. Não foram “partes” suas, mas você por inteiro, na sua alma, no seu corpo, suas capacidades, enfim, tudo. Da ponta do dedão do pé à ponta do seu cabelo (ainda que seja dupla…). Tudo em você foi criado para amar, essa é a sua felicidade e a sua realização total.

Mas vamos continuar devagar e com calma. Tudo em nós foi feito para amar, mas nós não nascemos prontos. Um bebê não sabe falar, nem andar, é fragilíssimo, mas já nasce com todas as capacidades a serem desenvolvidas, o que chamamos de potencialidades. Em se tratando de amor, acontece mais ou menos a mesma coisa, devemos desenvolver essa capacidade, aprender a amar. Aprende-se a ouvir, ouvindo; aprende-se a nadar, nadando. Aprende-se a andar tentando, caindo, recomeçando. Aprende-se a amar sentindo-se amado e amando.

Por isso é importante que uma criança, para crescer feliz, sinta-se muito amada. É natural, é normal. Uma criança é de certa forma “egoísta” porque ela é mais capaz de receber amor que de dar.

Aos poucos ela vai crescendo e vai aprendendo a partilhar, a dar amor. Ela vai aprendendo que isso a faz feliz, assim como é melhor andar com as próprias pernas que com o “anda já”. Pouco a pouco ela vai aprendendo que o amor significa dar para que o outro seja mais feliz. Por exemplo: dar uma coisa para a mamãe e para o papai no dia deles, dar um pedaço da merenda para o colega da escola, dar um pedaço do doce para o irmãozinho menor, partilhar, dividir os brinquedos com as outras crianças (imagine um garoto que ganha uma bola nova e fica com ciúme de partilhar a bola!).

Repetindo: amar é dar, doar, doar-se para fazer o outro feliz. Voltemos um pouquinho no que já foi dito acima. Se tudo em mim foi feito para amar, então isso inclui também o meu corpo! Sim. Desde criança. Um afago, um beijo, um abraço, um gesto de carinho. As crianças são muito afetuosas e sabem expressar com muita naturalidade o amor também com o seu corpo, com esses gestos que acabei de citar.

Agora vem o mais importante, o que você esperava há muitas linhas… Na medida em que vamos crescendo fisicamente, intelectualmente, psicologicamente, cresce (ou deve crescer) também o desejo de amar com todo o nosso ser, de fazer o outro feliz e de expressar esse amor também com o corpo. Tenha paciência, estamos chegando nas coisas mais práticas.

Aqui as coisas se confundem e complicam. Se amar é bom, nos faz felizes, sentimos que no nosso corpo isso se traduz em prazer. Como eu disse no começo, isso é bom pois foi criado por Deus. Aqui acontece uma coisa extraordinária, bastante fantástica. O prazer é uma expressão do amor do nosso corpo, capaz de nos atrair ao outro, em uma doação total de vida, corpo e alma. Essa doação total é capaz de gerar vida! Concretamente, uma vida nova.

Mas veja bem, o maior  prazer está diretamente relacionado com a maior expressão de amor capaz de gerar a vida. Quando duas pessoas se amam profundamente e se entregam inteiramente um ao outro na doação total de amor isso se expressa no corpo com a relação sexual. Então eu posso ter  uma relação sexual com a minha namorada se eu tenho certeza se a amo? Não, a conclusão é apressada. Pense bem, o maior se une ao maior. A maior prova de amor se une na maior expressão de amor com o corpo que é a relação sexual que pode gerar uma vida. Mas se amor é doação, o amor total não pode ser de apenas um momento, algo relativo, que é possível agora porque nos amamos mas sem um compromisso de vida. Claro que não! A maior expressão de amor com o corpo (a relação sexual) deve dar-se dentro do maior compromisso de fidelidade que há, o matrimônio. No matrimônio um homem se une a uma mulher de modo definitivo. É a prova máxima de amor. É o compromisso máximo que um casal pode fazer um com o outro pois, diante de Deus e dos irmãos, prometem amor e fidelidade para sempre na saúde, na doença, na fartura e na pobreza, nas alegrias e dificuldades, com pelanca ou sem pelanca, etc.

Aqui também precisa-se observar um detalhe importante. O máximo do compromisso não é só entre os dois que se amam, nem diante de suas famílias e da sociedade. O máximo do compromisso se dá quando eu invoco o próprio Deus e a sua Igreja, meus irmãos como testemunhas e como ajuda eficaz. Sim, porque nós bem sabemos o quanto o nosso amor é fraco e tem dificuldade de dar respostas que duram para a eternidade, temos medo da palavra PARA SEMPRE. Esse medo vem de certa forma porque para nós tudo é passageiro, nós muitas vezes mudamos de opinião como se muda de roupa. Por isso precisamos da ajuda, da força e do poder daquele que é a fonte do amor e é o próprio amor.

Daqui podemos tirar as conclusões mais do que óbvias sobre a masturbação, por exemplo. A quem eu estou amando na masturbação? Conheci um sacerdote ancião muito querido, o Pe. Jocy Rodrigues (no Maranhão) que chamava a masturbação de curto-circuito! Se liga? Eu achava massa essa definição. Depois descobrimos que era a mesma do Pe. Daniel-Ange, o querido e santo sacerdote dos jovens da França que nós já conhecemos no Brasil.

E no famoso “fica”? Com quem eu estou comprometido? Qual é o amor verdadeiro que está envolvido numa “ficada”? O fica é exatamente o que diz aquele velho ditado: colocar o carro adiante dos bois. Ficar é sinônimo de destruir o amor porque eu estou me dando ao outro sem amor, eu estou realizando o meu “instinto animal”, meu desejo de possuir o outro só pelo prazer dissociando o prazer do amor. Ainda por cima, é difundido hoje entre os jovens que o amor nasce do prazer e não o contrário. Mas se você acompanhou bem o meu raciocínio até agora viu que  isso é um absurdo! Um amor verdadeiro, um amor que dure, que esteja acima de ciúmes e sensualismos, não pode nascer de uma “ficada”. Ele nasce de algo mais profundo. Um cara que ama uma menina depois de um fica (ou uma menina que ama um cara, dá no mesmo), coloca em primeiro lugar a beleza física, o sensualismo, as curvas do corpo. Esses se tornam, para os dois, os valores primeiros, mais importantes. Se uma relação começa assim ela vai, indubitavelmente, ser uma relação marcada pelo ciúme, pela competição, pela desconfiança e pelo medo de perder o outro já que o vínculo é muito frágil. Falando com palavras mais simples: a menina vai ficar sempre insegura com relação ao cara porque ela sabe que o que mais importou para ele nela foi o seu corpo e o prazer que ele sentiu em “possuí-la”. A insegurança vem do fato que qualquer outra menina que possa parecer mais bonita, mais atraente, mais sensual se torna uma rival a ser eliminada! A mesma coisa com os rapazes com relação aos outros “rivais”.

Atenção, eu não estou querendo dizer que você não deve sentir-se atraído pelo sexo oposto para começar a namorar. Claro que a atração é mais do que normal, natural e saudável. O que não pode ser é agir como animais no cio, prontos a atacar a primeira menina bonitinha ou o primeiro gatinho que pinte no pedaço porque é… “gostoso”. Veja que a própria gíria revela o sentido profundo: gostoso é diferente de amoroso. Gostoso é experimentável e mensurável pelos sentidos, amoroso não tem medidas nos sentidos e sim no coração.

Com certeza você poderia me contra argumentar com o fato de tudo isso ser natural. Mas eu pergunto: o que é natural? É natural matar quando eu tenho ira? É natural transar quanto eu tenho vontade e com quem eu quiser? É natural fazer o que meu corpo pede, tipo comer tudo a toda hora? Natural para nós, seres humanos, deve ser igual a RACIONAL! Essa é a nossa diferença. Somos racionais, temos uma alma e uma inteligência. Isso é muito importante para não cairmos em conclusões absurdas sobre a liberdade.

O nosso querido e saudoso Papa João Paulo II nos falava muito do amor conjugado com a responsabilidade. O homem livre não é aquele que faz tudo o que quer, mas é aquele que faz o bem, como diria Santo Agostinho. A verdadeira liberdade é fazer o bem. Fazer o mal é contra a nossa natureza e portanto não é liberdade. Se a nossa natureza é feita de e para o amor, então o contrário é não amar e isso é não ser livre, complicado? Com certeza não, basta pensar um pouco. Os meios de comunicação nos ensinam desde pequenos a não pensarmos. Qual é o esforço racional que se faz pra assistir um programa de auditório? E uma novela? POUPEM-ME!

Meus queridos, o mundo nos rodeia e nos ameaça. Quando falo “mundo” estou falando da mentalidade que se afastou Deus. Na verdade, se você olhar profundamente, estamos diante de duas maneiras de ver o homem e a realidade. De um lado, ver o homem e a realidade com o olhar de Deus, como Deus vê; por outro lado, ver o homem e a realidade que o envolve com o olhar das concupiscências, com os interesses da ganância do poder, do uso e idolatria do prazer e do possuir. O que é a festa de carnaval do Brasil se não a demonstração de tudo isso que eu estou dizendo? A quem interessa que os jovens façam cada vez mais sexo como animais? A quem interessa que os jovens usem a bebida para se divertir e se viciem? A quem interessa que tudo seja “liberado” segundo os instintos senão aqueles que detêm o poder econômico? Quem lucra quando você olha quase todas as propagandas com apelos sensuais? Quem lucra quando você, deixando pra lá a razão e a fé, se entrega ao todo tipo de consumismo baseado nos apelos sexuais? Quem quer nos fazer acreditar que o pecado não existe, que tudo é permitido contanto que se faça com “amor”? Talvez ou outro exemplo bem perto de nós seja o Halleluya X Fortal. O Halleluya é incomparavelmente maior do que o Fortal: maior em dias e maior, muito maior em quantidade de participantes. Mas se você liga a televisão antes e durante o período do Fortal e Halleluya, o que você vê? Nos jornais e propagandas, o que se fala? Dá pra pensar não é…? A mentalidade do mundo nos rodeia como um leão rugindo querendo nos devorar, já dizia S. Pedro, e acrescenta: resistam ao diabo firmes na fé! (Cf. I Pe. 5,8-9).

Caríssimos, Deus nos chama a coisas mais altas! Deus nos chama a trilhar caminhos eternos. A andarmos pisando no chão mas com a nossa meta no céu! Não tenham medo. Não vamos ter medo porque toda a nossa fraqueza foi vencida pela cruz de Jesus. Se quisermos saber onde está o verdadeiro amor basta olhar para a cruz. Olhemos também para o exemplo dos santos que souberam amar com o amor de Jesus. Eu cito só dois bem conhecidos de todos nós: Madre Teresa de Calcutá e o Papa João Paulo II. Um homem e uma mulher que dedicaram as suas vidas a nos mostrar a verdadeira face do amor. Mas os exemplos são milhares: crianças, jovens, adultos, casais, religiosos, enclausurados, eremitas, sacerdotes, bispos, papas… enfim, os filhos de Deus que descobriram o amor durante esses dois mil anos de cristianismo são a prova mais forte que temos.

Bom, voltando aos “altos vôos filosóficos” que eu estou fazendo com você sem que se perceba muito, vamos tentar tirar algumas conclusões importantes:

1-      Fomos feitos com amor, por amor e para amar

2-      Somos filhos de Deus, criados à sua imagem e por isso livres

3-      A verdadeira liberdade não está, logicamente, em se fazer o que bem quer, isso seria irracional, contra a nossa natureza e à bondade das coisas.

4-      A verdadeira liberdade consiste em fazer o bem: amar!

5-      Nós amamos com todo o nosso ser: corpo e alma, inteligência.

6-      Amar não é só receber mas é sobretudo doar. Estamos felizes, dizemos que amamos uma pessoa quando queremos o seu bem e procuramos fazê-lo.

7-      Eu amo a Deus e a vocês, se não amasse não perderia o meu tempo fazendo esse texto. (mas isso não dava para concluir assim facilmente… Talvez seja outra característica muito importante do amor que devemos lembrar: o amor gosta de declarar-se. São D. Bosco, o santo pai e amigo dos jovens, dizia uma coisa importantíssima: os jovens não precisam só ser amados, eles precisam saber disso!).

Acho que você percebeu que em todo esse texto eu evitei usar a palavra pecado. Porque essa palavra também é mal compreendida. Pecado para nós se tornou sinônimo de algo proibido por uma autoridade superior a quem se deve obedecer e basta. Mas pecado, meus queridos, não é outra coisa que o nome do erro de funcionamento. Existe uma velha historinha que se diz sobre a bíblia: ela é o manual do fabricante. Se não seguimos as instruções corremos o risco de danificar a máquina (nós) ou mesmo de destruí-la já que ela é muito delicada. Pois bem, pecado aqui tem um sentido semelhante: é a “luz vermelha” que se acende porque estamos fora dos planos de amor de Deus a nosso respeito. Esses planos não são uma coisa estranha, mas estão escritos no nosso coração, no nosso DNA espiritual.

Eu vou dizer uma coisa que você pode não entender a princípio: no fundo, no fundo todos nós queremos ser castos! Sim, todos! Sabe porque? Porque todos nós possuímos um grito interior, uma ânsia pela felicidade. Nós queremos ser felizes! A castidade é a maneira correta de amar e amar é a razão da nossa felicidade. Pronto. Simples. Mas como a maioria das pessoas se separou da fonte do amor e não a reencontrou ainda, não sabe que a fonte de toda a felicidade está em Deus que é amor e não consegue entender que viver castamente é viver no e para o amor e, consequentemente, é ser feliz!

Meus amados, tudo isso não pode ser dito a alguém que não experimentou o amor de Deus ainda. É algo inconcebível. Não podemos falar de castidade para quem não experimentou o amor verdadeiro, essa pessoa, com muita razão não nos entenderia e não nos aceitaria. Por isso o mundo nos ataca tanto. Por isso a mídia ataca tanto a Igreja: quem não teve uma experiência com o AMOR não pode nos compreender.

Mas esse é o nosso testemunho, nossa evangelização: mostrar ao mundo, às pessoas, aos jovens o que é e quem é o amor. Mostrar com a nossa alegria de viver, com a nossa luta para viver esse amor a cada dia em cada circunstancia da nossa vida.

Gostaria de ter tratado aqui de um assunto muito delicado que é o homossexualismo. Com certeza é muito importante que a gente reflita sobre esse assunto, todos, sem exceção devemos ficar por dentro do que a Palavra de Deus e a Igreja dizem a respeito disso. Mas o assunto é tão sério que eu vou deixar para a próxima vez que espero seja breve. Também prometo que incluo na próxima vez o assunto celibato, pois acho importantíssimo. Creio que será muito útil a gente tirar algumas dúvidas sobre pecado mortal e pecado venial, comunhão etc. Mas eu acho que a dose tem que ser devagar, concordam?

Um grande abraço.

Eu amo vocês!

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5 pensamentos sobre “Carta aos jovens

  1. Querido Pe.Leo, que alegria descobrir que você tem um blog e que nele se realiza falando para os jovens – e para quem dizer – daquilo que se passa no seu coração. Li todo o texto e gostei. Obrigada por nos lembrar a todos que somos chamados à liberdade. Conte sempre com a minha amizade e orações mesmo estando do outro lado do mundo, mas na Eucaristia diária comungamos do mesmo pão e o Senhor nos faz um. Shalom! Sua sister, Elena

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