Próximo passo será a legalização da pedofilia

“O próximo passo será a adoção de crianças por casais homossexuais e a legalização da pedofilia”, disse ontem o deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ) ao comentar a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que reconheceu a união estável entre homossexuais. Para ele, o STF fez um “julgamento político”. “O Supremo extrapolou. Quem tem de decidir isso é o Legislativo, com a sanção do Executivo. Agiu por pressão da comunidade homossexual e do governo. Unidade familiar é homem e mulher.”

Bolsonaro afirmou que proíbe o seu filho de 3 anos de brincar com crianças criadas por gays. “Eu não quero que o meu filho menor vá brincar com o filho adotivo de dois homossexuais. Não deixo. Não quero que ele aprenda com o filho do vizinho que a mamãe usa barba, que isso é normal. Não vou deixá-lo nessas companhias porque o futuro do meu filho também será homossexual”, disse o deputado. “Vão dizer que estou discriminando e estou, sim.”

Indagado sobre o teor de suas declarações, Bolsonaro atacou o Projeto de Lei 122, que prevê a criminalização da homofobia, e sugeriu que, caso ele seja aprovado, será “mais fácil se livrar de um homicídio do que de uma discriminação homofóbica”. “Se ser homofóbico é defender as crianças nas escolas, defender a família e a palavra de Deus, pode continuar me chamando de homofóbico com muito prazer, pode me dar o diploma de homofóbico”, declarou. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Próximo ano será o terceiro?

Pessoal, sei que estou super em falta com vocês. Faz tempo demais que não posto aqui um texto meu. Quero me redimir colocando em primeira mão um pequeno artigo de minha autoria que será publicado na revista Shalom (depois de muita insistência dos editores para eu escrever… só pego no tranco!)…

 

Ano novo, vida nova – é o que todos pensam. Um tempo para se jogar fora papeis velhos, dar aquela arrumada no quarto, pensar no que a gente pode fazer de bom nas férias e esperar que o ano que inicia seja ainda melhor do que o que acaba. Enfim, é um tempo muito bom, tempo de esperança e renovação.

Para alguns, o ano novo começa cheio de empolgação pelo que virá: um novo emprego, uma nova casa, um novo namoro, uma nova escola, ou, quem sabe, aquele presente que você sonhou o ano todo chegou enfim.

Mas existe uma turma que começa o ano, por incrível que pareça, pensando nos estudos. Pensando em tudo o que devem estudar, nos livros, nos professores, nos horários da escola… é famosa galera do TERCEIRO ANO. Um tempo muito especial, de decisão, de mais maturidade, de responsabilidade porque, afinal, você deve já decidir qual curso universitário deseja ingressar e daí decorrem todos os sonhos e planos para um futuro que não parece mais tão longínquo quanto era quando se estava no início da adolescência. Agora, é pra valer, é tudo ou nada. Tem a pressão da sociedade, muitas vezes a pressão da família, dos amigos e a própria pressão interior que gritam em uníssono: você tem que estudar muito esse ano!

Tudo bem, isso é verdade. Tirando a parte da pressão exagerada, é claro que isso deve acontecer mesmo: o terceiro ano deve ser um tempo especial para os estudos. E digo mais: é a vontade de Deus que você estude! Muitos jovens dividem erroneamente sua vida cristã assim: quando eu estou rezando, no grupo de oração, na missa, nos retiros, na devoção à Maria Santíssima eu estou próximo de Deus, estou com Deus, fazendo a vontade de Deus. Quando eu estou namorando, curtindo uma praia, tomando um sorvete com os amigos, jogando videogame etc., eu estou fazendo a minha vontade, o que eu gosto, como se Deus não se alegrasse quando estamos felizes ou como se “estar com Deus” fosse resumido somente nos momentos “espirituais”. Não! Não é assim. Estamos SEMPRE com Deus, 24h por dia. Ele deseja estar conosco sempre e participar de 100% da nossa vida porque ele nos ama e, tudo o que fazemos, repito, tudo, deve fazer parte da vontade de Deus para a nossa vida, inclusive ESTUDAR!

Aí é que mora o perigo, digo mais forte ainda, a tentação, e queria que você, meu querido jovem, prestasse bem atenção: o “terceiro ano” do ensino médio, o pré-vestibular, não é o tempo de abandonar a Deus para estudar! Muitíssimo pelo contrário: é o tempo de se estar mais próximo de Deus para fazer sua vontade que é, também, estudar.

Tenho a opinião que o jovem convertido, apaixonado por Jesus, tem uma grande vantagem com relação aos outros concorrentes: sua fé. Não que Deus vá lhe dar uma “mãozinha extra” na hora da prova, nada disso, mas raciocine comigo: o que um jovem do mundo faz aos 17 anos? Que preocupações e que coisas preenchem seu tempo e seu coração? Infelizmente, muitas vezes o que os preenche são farras, bebedeiras, ficas, decepções no amor, vícios e a lista poderia continuar longamente. Será que isso contribui para um bom desempenho nos estudos? Será que um coração agitado, um corpo com ressaca, uma mente ocupada com vícios e desejos desenfreados pelo prazer, está realmente predisposta a estudar e aprender?

Sim, meus queridos jovens, a sua fé e seu amor a Deus é uma forte ponto positivo na concorrência. Sua motivação para estudar é muito mais nobre: você estuda por amor a Deus! Você quer passar no vestibular e ser um bom profissional para dar testemunho do evangelho!

Agora vem um ponto prático, muito importante e delicado: como você pode estudar por amor a Deus se… você não faz a vontade de Deus nas outras áreas da sua vida? Como você pode dizer que ama a Deus e quer fazer a sua vontade se, no pré-vestibular, você simplesmente abandona a oração, o grupo de jovens, o seu engajamento, deixa de ir à missa, deixa de confessar os seus pecados?! O pior é que, muitos usam como argumento o fato que não têm mais tanto tempo, mas, essa é a verdade, nos horários que deveriam estar dedicados à oração estão empenhados não nos estudos, mas nas comunidades sociais da internet, nas baladas, nas brincadeiras, nos encontros nem sempre lícitos. Muitos jovens diminuem o tempo da oração, ou mesmo abandonam completamente seu engajamento na Igreja por causa do vestibular, mas não são capazes de renunciar ao tempo que passam na internet digitando e vendo bobagens, só para citar um exemplo.

Meu querido, minha querida jovem: Deus quer que você estude porque Deus quer que você seja santo. Um jovem santo é responsável, faz tudo por amor a Deus e cada coisa encontra o seu devido tempo na sua vida. Não podemos simplesmente abandonar a oração e engajamento no “terceiro ano” para estudar, pois isso não lhe fará mais santo, não lhe dará impulso nos estudos e não lhe fará feliz.

Que a paz que vem do Pai, encontrada no mergulho da oração, bebida na fonte divina do Sacramento da Eucaristia e da Confissão, seja o grande impulso que o leve a estudar por amor a Deus e assim fazer a sua Santíssima Vontade!

Deus te abençoe.

 

Nota da CNBB sobre campanha contra AIDS

BRASÍLIA, terça-feira, 21 de dezembro de 2010 (ZENIT.org) – Apresentamos, a seguir, a “Nota sobre a campanha contra a AIDS”, divulgada hoje pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil.

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Em face à campanha lançada pelas Juventudes Socialistas de Andalucía (JSA), na Espanha, incentivando o uso de preservativos e, ao mesmo tempo, relacionando a camisinha à hóstia consagrada que, de acordo com a fé católica, é verdadeiramente o Corpo de Cristo (cf. Mc 14,12-16.22-26), a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB, fiel à sua missão, considera-se no dever de se manifestar junto às Autoridades espanholas para expressar-lhes perplexidade e repúdio a esse grande desrespeito à Eucaristia que é o centro e o ápice da vida da Igreja católica. Não podemos silenciar diante dessa grande ofensa que fere profundamente os sentimentos religiosos dos católicos.

A preocupação em evitar a propagação da Aids (SIDA) não justifica iniciativas dessa natureza. Essa Campanha, que repercutiu também aqui no Brasil, manifesta uma atitude preconceituosa, inadequada e ofensiva à nossa fé.

No âmbito de suas atribuições e responsabilidades, a CNBB deseja contribuir para que o homem e a mulher cresçam no diálogo, no respeito à liberdade, na defesa da vida, na promoção dos direitos humanos e na conquista dos verdadeiros valores que os tornem felizes conforme os planos de Deus.

Brasília-DF, 21 de dezembro de 2010

Dom Geraldo Lyrio Rocha
Arcebispo de Mariana-MG
Presidente da CNBB

Dom Luiz Soares Vieira
Arcebispo de Manaus-AM
Vice-Presidente da CNBB

Dom Dimas Lara Barbosa
Bispo Auxiliar do Rio de Janeiro-RJ
Secretário Geral da CNBB

 

Videogames e violência

Opiniões se dividem e buscam soluções

Pe. John Flynn, LC

ROMA, domingo, 28 de novembro de 2010 (ZENIT.org) – O Supremo Tribunal dos Estados Unidos ouviu, há pouco tempo, argumentos para decidir se deve ou não proibir a venda ou locação de videogames violentos a menores de idade.

Segundo a informação da imprensa, a reação dos juízes foi contraditória, com opiniões que não se adequavam à divisão normal que costuma haver entre eles na maioria das questões legais.

O caso tem a ver com uma lei da Califórnia, de 2005, que proíbe a venda de videogames excessivamente violentos a menores de idade. Foi assinada, como alguns observavam ironicamente, por um antigo ator, conhecido por seus filmes violentos, o governador Arnold Schwarzenegger. Após ser invalidada nos tribunais inferiores, a batalha pela lei chegou agora ao Supremo Tribunal.

As questões em litígio vão desde por que só os videogames deveriam receber um tratamento especial, e não também os quadrinhos e a músicarap, até se poderiam inclusive ser considerados uma forma de arte, informou o Wall Street Journal no dia 3 de novembro.

“Neste país não temos a tradição de dizer às crianças que devem ver as pessoas batendo na cabeça dos colegas com um pedaço de pau enquanto estes suplicam piedade, pessoas que não têm dó e que decapitam, que atiram nas pernas das pessoas”, afirmou o juiz presidente John Roberts, segundo a reportagem de 2 de novembro da Associated Press.

Pelo contrário, o juiz Antonin Scalia afirmou: “Preocupa-me a Primeira Emenda, que diz que o Congresso não deveria criar lei alguma que limitasse a liberdade de expressão”. E acrescentou: “Nunca se entendeu que a liberdade de expressão não inclui representações da violência”.

Segundo o texto da Associated Press, os tribunais de outros seis Estados anularam proibições similares.

Liberdade de expressão

“Os videogames, inclusive os violentos, permitem que os jogadores tenham liberdade de expressão, como os instrumentos permitem que os músicos tenham liberdade de expressão”, escreveu Daniel Greenberg, roteirista e desenhista de videogames, em um artigo de opinião noWashington Post, em 31 de outubro.

“Ninguém no governo está qualificado para decidir que jogos não permitem a liberdade de expressão, ainda que a liberdade de expressão seja de um menino de 15 anos”, afirmou. Também argumentou que as autoridades da Califórnia não tinham conseguido apresentar evidências de que os videogames causam danos psicológicos aos menores.

Após a apresentação de argumentos ao tribunal, um redator do PC World, JR Raphael, também condenou a lei em seu site, em um artigo sem data.

Deixando de lado assuntos de princípios, apontou os problemas práticos da legislação. O texto da lei define um videogame violento como aquele “no qual o leque de opções disponíveis a um jogador inclui assassinar, mutilar, desmembrar ou abusar sexualmente da imagem de um ser humano”, de forma “declaradamente ofensiva”, apela aos “interesses desviados mórbidos” de uma pessoa e carece de “verdadeiro valor literário, artístico, político ou científico”.

“Quem vai declarar sobre que videogames são ‘declaradamente ofensivos’ e quais não são?”, questionou. Também citou uma pergunta do juiz Antonin Scalia: “O que é um videogame violento ‘desviado’, em oposição a um videogame violento ‘normal’?”.

Gregory K. Laughlin, diretor da biblioteca de Direito da Faculdade Cumberland de Direito da Universidade Samford (Alabama), mostrou-se a favor da lei, em um texto divulgado no dia 2 de novembro, no site da revista First Things.

Ele admitiu que os pesquisadores se mostraram divididos sobre a existência de um nexo entre os videogames e os comportamentos violentos. Também reconheceu que a questão é a liberdade de expressão. Não obstante, afirmou que, no passado, o Supremo Tribunal sustentou que haveria restrições para os menores quanto ao tema da liberdade de expressão.

Há mais de 40 anos, indicou Laughlin, o Supremo Tribunal manteve vigente uma lei de Nova York que restringia o acesso dos menores às revistas pornográficas. Em sua sentença, o tribunal explicou que o Estado estava justificado na hora de agir, não com base em uma certeza científica sobre o dano causado, mas porque “os pais têm um interesse no desenvolvimento ético e moral dos seus filhos e têm o direito de contar com a ajuda do Estado ao educar seus filhos para que sejam adultos éticos e morais”.

Laughlin fez referência a outras sentenças e concluiu citando uma opinião que se remonta a mais de 60 anos, do juiz Robert Jackson, quem dizia: “Existe o perigo de que, se o Tribunal não moderar sua lógica doutrinária com um pouco de sabedoria prática, pode converter a Lei de Direitos constitucionais em um pacto suicida”.

Pesquisas

No começo deste ano, aconteceu um debate similar na Austrália, quando o departamento do Fiscal Geral federal recebeu propostas sobre a possibilidade de introduzir a categoria para maiores de 18 anos nos videogames.

Ainda não se anunciou nenhuma decisão, mas em maio o governo publicou um informe sobre o material recebido do público e de organizações. Houve 34 comunicações da comunidade, da Igreja e de grupos da indústria. Destes, 18 apoiavam a introdução da classificação para maiores de 18 anos, enquanto 16 se opunham à sua introdução.

Os grupos da indústria do entretenimento estavam a favor de uma categoria para adultos, que lhes permitiria vender jogos que atualmente não são permitidos na Austrália. Em suas comunicações, sustentaram que existe uma falta de evidência científica que conclua que os meios violentos causam ou desencadeiam comportamentos violentos. Também afirmaram que não há provas de que a violência dos videogames seja mais prejudicial que a violência dos filmes ou de outros meios.

Algumas organizações cristãs e familiares se opuseram à criação da categoria de adultos nos videogames. Em sua comunicação, o Australian Christian Lobby afirmou que já se estendeu na comunidade a preocupação pela violência na mídia e é maior quando se fala de videogames.

Manter uma proibição aos videogames não adequados para menores é – afirmaram – uma postura “baseada no bom senso e na pesquisa apoiada na premissa de que a natureza interativa dos jogos de computador causa que seu conteúdo tenha um maior impacto nos jogadores que os efeitos de representações de cinema parecidas de condutas violentas ou sexuais nos espectadores de filmes”.

Australian Council on Children and the Media observou que, com materiais portáteis qualificados para maiores de 18 anos, como DVDs e jogos, existe um risco muito maior de que não se proteja sua exposição às crianças. Isso contrasta com os filmes de cinema, dos quais é mais fácil proteger as crianças.

Além disso, afirmaram que, ainda que alguns pais possam estar muito bem informados sobre os riscos e estar atentos para evitar a exposição em seus próprios lares, nem todos estão.

Não é o ideal

No entanto, a Igreja Católica adotou uma postura diferente neste tema. A Conferência Episcopal Australiana emitiu um comunicado estabelecendo que sua opção preferida seria que o material para maiores de 18 anos não estivesse disponível na Austrália.

Mas, dado que já está presente, apesar de ler ilegal, seria preferível introduzir a classificação para maiores de 18 anos nesses jogos, de forma que se possa restringir o acesso a este material por parte de menores.

A comunicação deixou claro que a Conferência Episcopal Australiana não aprova tais videogames. “Em um mundo ideal, o tipo de material que está incluído em filmes e jogos de computador para maiores de 18 anos nunca deveria ser visto em uma democracia civilizada”, comentaram os bispos.

Como este não é um mundo ideal, precisamos resolver a situação da melhor maneira possível. Proibir não é uma opção, pois, de fato, a conferência episcopal afirmou que muito desse material está disponível por meio da internet ou de cópias.

 

A “camisinha”

Você sabia que existe um projeto do governo federal para se colocar máquinas de preservativos (camisinhas) nas escolas públicas? Distribuição gratuita de camisinhas nas escolas públicas para os adolescentes!

Quem quiser saber mais, acesso o link:

http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/maquina+de+camisinhas+chega+as+escolas+publicas+em+2011/n1237797640645.html

Acho importante colocar uma pequena palavra de aprofundamento sobre esse assunto pois existem muitos mal entendidos. Alguns usam esse argumento da “camisinha” para atacar a Igreja, até mesmo a pessoa do Papa, dizendo que nós não fazemos nada pela luta contra a AIDS, por exemplo. São os mesmos ataques que recebemos quando somos contra a manipulação de embriões humanos.

A Santa Igreja é contra o uso do preservativo artificial não por uma questão de saúde, mas por uma questão de CASTIDADE. Não é que um jovem não pode usar a camisinha porque… porque… é proibido! Não! Ele não deve usar a camisinha porque ele não deve ter relações sexuais fora do casamento, do sacramento do matrimônio. Aí é que está a verdade. A luta mais eficaz contra a AIDS está na castidade, na abstinência, na pureza. Promover a camisinha, distribuir nas escolas (como tem feito recentemente o nosso governo), é um crime de incentivo à promiscuidade sexual. A coisa é escandalosa e gritante e não podemos nos calar diante dos contra-valores do mundo.

Diante da desinformação ou da consciência altamente deturpada, eu ouvi uma vez a história de uma jovem que mantinha frequentemente relações sexuais com seu namorado mas exigia que ele não usasse a camisinha porque era “pecado”!!! Pode uma coisa dessa?

Pedofilia

Li agora a pouco uma notícia que me deixou estarrecido! Vejam vocês mesmos:

RIO – Um e-book apresentado como um guia para pedofilia provocou críticas de usuários e ameaças de boicote à Amazon, maior site de varejo do mundo. O livro eletrônico intitulado “The Pedophile’s Guide to Love and Pleasure: A Child-Lover’s Code of Conduct” (“O Guia do Pedófilo para o Amor e o Prazer: um Código de Conduta para os Amantes das Crianças”, em tradução livre) terminou sendo retirado das páginas do site na noite de quarta-feira, segundo a rede CNN.

Antes da exclusão do livro, mais de dois mil usuários comentaram o título. De acordo com a CNN, duas páginas do Facebook também promoveram o boicote à Amazon por causa do e-book. O autor, que editou o guia e o colocou à venda no site, disse que publicou o livro para tratar do que ele considera um retrato injusto dos pedófilos na mídia.

– Verdadeiros pedófilos amam crianças e nunca vão machucá-las – disse Phillip R. Greaves II em entrevista por telefone à CNN, segundo o site da rede, acrescentando que é contra a consumação de uma relação sexual. – Mas beijar e acariciar, isso eu não acho que seja um grande problema.

Morador do estado Americano de Colorado, o homem disse à CNN que não teve relação sexual com crianças depois de adulto, mas o fez quando era adolescente. Na descrição do livro que constava no site da Amazon, Greaves dizia que o e-book era “minha tentativa de fazer as ações pedófilas mais seguras para aqueles juvenis que se vêem envolvidos nelas, por meio do estabelecimento de certas regras para os adultos seguirem”.

Site não comenta o caso

O autor também diz que tem esperança de que, seguindo o guia, os pedófilos possam ser sentenciados a penas menores se forem descobertos. De acordo com a CNN, a Amazon não respondeu a pedidos de declarações sobre o caso. Um usuário do site publicou nos comentários o que ele disse ser uma resposta do site a um email enviado por ele:

“Permita-me assegurar que a Amazon.com não apóia ou promove atos criminosos; nós apoiamos direito de cada indivíduo de fazer suas próprias decisões de compra”.

De acordo com a política do site, os próprios autores devem avaliar se os títulos que colocam à venda em sua página estão de acordo com as leis. Pornografia e títulos ligados a atividades ilegais estão entre os proibidos pela política da Amazon, que lhe garante a possibilidade de retirar produtos postos à venda, segundo a CNN. A empresa ganha uma participação dos produtos vendidos em sua página.

Fonte: globo.com

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Diante da completa pandemia moral em que vive o homem de hoje, do relativismo propagado até às últimas consequências, não me espanta essa publicação. O que hoje escandaliza alguns amanhã facilmente pode transformar-se em um direito!

Não é a primeira vez que há uma “apologia” à pedofilia. Na Holanda, se não me engano, já foi criado até mesmo um partido político para defender a pedofilia, depois extinto. Vocês pensam que existe um limite para o pecado? Existe um limite para a falta de ética e moral? Existe mesmo? Vocês acham que o mundo que rejeitou a noção de Deus, de fé, do sagrado; que rejeitou a vivência da sexualidade de modo humano, centralizada no amor e não somente no prazer, vai parar em algum limite? Como dizia um padre amigo meu (taxado de exagerado), não vai demorar para que se queira legitimar não só a pedofilia mas até mesmo o bestialismo. Quem já não viu na internet ou na televisão um vídeo de um cara na Europa casando com a sua gata de estimação?

Mas, para abafar a gritante voz da consciência, que mesmo nas profundezas da alma, ainda dá os últimos suspiros de vida, sabe o que eles fazem? Acusam a Igreja, os cristãos. Nós, na opinião deles, somos os fanáticos, os monstros, os “pedófilos”. O celibato e a santidade da Igreja agride os que vivem nas trevas. É melhor acusar que se converter.

Bom, teria muito a dizer, mas deixo para cada um a reflexão sobre isso.