Antes de nascer, pode.

Mais um caso de uma mãe que cometeu uma barbaridade… só porque foi depois de nascer! Ninguém se escandalizaria se ela tivesse feito isso ANTES QUE OS BEBÊS NASCESSEM.

Uma britânica admitiu ter guardado os cadáveres de três bebês em um armário por 20 anos. Bernadette Quirk, de 55 anos, também enterrou, secretamente, em um cemitério, o corpo de um quarto bebê.

Ela está sendo julgada em um tribunal na cidade de Liverpool, no norte da Inglaterra.

Os bebês nasceram entre 1985 e 1995. Quirk, que no período consumia grandes quantidades de álcool, alega que todos os bebês nasceram mortos e que ela embrulhou três deles em trapos e guardou-os em um pequeno recipiente plástico em seu armário.

Nascida no condado de Merseyside, hoje vivendo nos arredores da cidade de Manchester, Quirk teve dificuldade em se lembrar das datas em que os bebês nasceram.

Ela se declarou culpada da acusação de ocultação de nascimentos e será sentenciada em outubro.

‘Período difícil’

O advogado de Quirk, Ian Morris, disse ao tribunal que os nascimentos aconteceram durante um período difícil na vida dela.

Ele disse que a cliente desejava tornar claro que os bebês já estavam mortos quando nasceram, fato que não foi contrariado por pareceres médicos.

Segundo o advogado, Quirk descreve aquela fase em sua vida como caótica e diz ter enterrado as memórias daquele tempo em algum lugar inacessível.

Morris disse que sua cliente não se lembra do quarto bebê mas não teve outra opção senão admitir culpa, tendo em vista evidências irrefutáveis de que ela era a mãe.

Ele disse ao tribunal que quando Quirk foi presa, no ano passado, estava recebendo tratamento para depressão em um hospital e corria o risco de ser despejada de sua casa.

Gêmeas

Não foi explicado por que Quirk guardou os restos dos cadáveres, levando-os consigo para os vários endereços que ocupou após os nascimentos.

Os restos mortais foram encontrados pela filha de Quirk, Joanne Lee, que avisou a polícia.

Os quatro bebês eram meninas e duas delas eram gêmeas.

O juiz pediu mais informações contextuais antes de decidir sobre a sentença, mas alertou Quirk de que há possibilidade de que ela seja mandada para a prisão.

A família de Quirk anunciou que pretende organizar um enterro para os bebês.

Mãe mata filhos – depois de nascer

RIO – A francesa Dominique Cottrez admitiu nesta quinta-feira ter sufocado os oito bebês, todos seus filhos, que foram encontrados mortos nos últimos dias no vilarejo de Villers-au-Tertre, no norte da França. Segundo o procurador da comuna de Douai, Éric Vaillant, a mulher, de 46 anos, foi indiciada pelos crimes e pode ser condenada à prisão perpétua.

– Ela afirmou que não queria mais ter filhos e disse que não queria consultar um médico para utilizar meios contraceptivos. Ela estava perfeitamente consciente de estar grávida em cada um dos casos – assinalou o procurador em entrevista coletiva. Ao prestar depoimento, Dominique contou que o marido não soube que ela estava grávida de nenhum dos oito filhos.

O excesso de peso da mãe, que segundo a imprensa francesa tem cerca de 130 quilos e trabalha como auxiliar de enfermagem, teria contribuído para esconder a gravidez. Ela tem ainda outras duas filhas, de cerca de 20 anos, que também moram no vilarejo e foram interrogadas.

A imprensa francesa trata o caso como um dos maiores de infanticídio da história do país. Apesar de o procurador ter explicado que apenas autópsias poderão confirmar a data do nascimento das crianças, acredita-se que elas tenham morrido entre 1989 e 2006.

O pai das crianças, Pierre-Marie Cottrez, tem 47 anos e é vereador da câmara municipal do vilarejo, de apenas 700 habitantes. Ele teve sua libertação ordenada, mas poderá ainda ser indiciado por não ter denunciado os crimes e por posse de cadáveres, de acordo com o procurador.

O casal foi detido na quarta-feira, depois que, enquanto faziam obras no jardim, os novos donos de uma casa em Villers-au-Tertre encontraram, no último sábado, dois esqueletos em sacos plásticos enterrados. A casa já havia pertencido à família da mãe dos bebês.

Interrogada pela polícia, Dominque admitiu que havia outros seis corpos, também em sacos plásticos, escondidos na garagem de sua atual casa.

O casal é descrito pelos moradores como pessoas “comuns, solícitas e educadas”, que não indicavam nenhum comportamento anormal. Dominique Cottrez passará por um exame psiquiátrico

O grande problema foi que ela não os assassinou ANTES de eles terem nascido. Tadinha…

Mensagem subliminar: pelo amor  de Deus não votem na DILMA!

Carta de um sacerdote

Segue carta do padre salesiano uruguaio Martín Lasarte, que trabalha em Angola, de 06 de abril e endereçada ao jornal norte-americano The New York Times. Nela expressa seus sentimentos diante da onda midiática despertada pelos abusos sexuais de alguns sacerdotes enquanto surpreende o desinteresse que o trabalho de milhares religiosos suscita nos meios de comunicação.
VALE A PENA CONFERIR!

Eis a carta.

Querido irmão e irmã jornalista: sou um simples sacerdote católico. Sinto-me orgulhoso e feliz com a minha vocação. Há vinte anos vivo em Angola como missionário. Sinto grande dor pelo profundo mal que pessoas, que deveriam ser sinais do amor de Deus, sejam um punhal na vida de inocentes. Não há palavras que justifiquem estes atos. Não há dúvida de que a Igreja só pode estar do lado dos mais frágeis, dos mais indefesos. Portanto, todas as medidas que sejam tomadas para a proteção e prevenção da dignidade das crianças será sempre uma prioridade absoluta.
Vejo em muitos meios de informação, sobretudo em vosso jornal, a ampliação do tema de forma excitante, investigando detalhadamente a vida de algum sacerdote pedófilo. Assim aparece um de uma cidade dos Estados Unidos, da década de 70, outro na Austrália dos anos 80 e assim por diante, outros casos mais recentes…

Certamente, tudo condenável! Algumas matérias jornalísticas são ponderadas e equilibradas, outras exageradas, cheias de preconceitos e até ódio.

É curiosa a pouca notícia e desinteresse por milhares de sacerdotes que consomem a sua vida no serviço de milhões de crianças, de adolescentes e dos mais desfavorecidos pelos quatro cantos do mundo!

Penso que ao vosso meio de informação não interessa que eu precisei transportar, por caminhos minados, em 2002, muitas crianças desnutridas de Cangumbe a Lwena (Angola), pois nem o governo se dispunha a isso e as ONGs não estavam autorizadas; que tive que enterrar dezenas de pequenos mortos entre os deslocados de guerra e os que retornaram; que tenhamos salvo a vida de milhares de pessoas no Moxico com apenas um único posto médico em 90.000 km2, assim como com a distribuição de alimentos e sementes; que tenhamos dado a oportunidade de educação nestes 10 anos e escolas para mais de 110.000 crianças…

Não é do interesse que, com outros sacerdotes, tivemos que socorrer a crise humanitária de cerca de 15.000 pessoas nos aquartelamentos da guerrilha, depois de sua rendição, porque os alimentos do Governo e da ONU não estavam chegando ao seu destino.

Não é notícia que um sacerdote de 75 anos, o padre Roberto, percorra, à noite, a cidade de Luanda curando os meninos de rua, levando-os a uma casa de acolhida, para que se desintoxiquem da gasolina, que alfabetize centenas de presos; que outros sacerdotes, como opadre Stefano, tenham casas de passagem para os menores que sofrem maus tratos e até violências e que procuram um refúgio.

Tampouco que Frei Maiato com seus 80 anos, passe casa por casa confortando os doentes e desesperados.
Não é notícia que mais de 60.000 dos 400.000 sacerdotes e religiosos tenham deixado sua terra natal e sua família para servir os seus irmãos em um leprosário, em hospitais, campos de refugiados, orfanatos para crianças acusadas de feiticeiros ou órfãos de pais que morreram de Aids, em escolas para os mais pobres, em centros de formação profissional, em centros de atenção a soropositivos… ou, sobretudo, em paróquias e missões dando motivações às pessoas para viver e amar.

Não é notícia que meu amigo, o padre Marcos Aurelio, por salvar jovens durante a guerra de Angola, os tenha transportado de Kalulo a Dondo, e ao voltar à sua missão tenha sido metralhado no caminho; que o irmão Francisco, com cinco senhoras catequistas, tenham morrido em um acidente na estrada quando iam prestar ajuda nas áreas rurais mais recônditas; que dezenas de missionários em Angola tenham morrido de uma simples malária por falta de atendimento médico; que outros tenham saltado pelos ares por causa de uma mina, ao visitarem o seu pessoal. No cemitério de Kalulo estão os túmulos dos primeiros sacerdotes que chegaram à região… Nenhum passa dos 40 anos.

Não é notícia acompanhar a vida de um Sacerdote “normal” em seu dia a dia, em suas dificuldades e alegrias consumindo sem barulho a sua vida a favor da comunidade que serve. A verdade é que não procuramos ser notícia, mas simplesmente levar a Boa-Notícia, essa notícia que sem estardalhaço começou na noite da Páscoa. Uma árvore que cai faz mais barulho do que uma floresta que cresce.

Não pretendo fazer uma apologia da Igreja e dos sacerdotes. O sacerdote não é nem um herói nem um neurótico. É um homem simples, que com sua humanidade busca seguir Jesus e servir os seus irmãos. Há misérias, pobrezas e fragilidades como em cada ser humano; e também beleza e bondade como em cada criatura…
Insistir de forma obsessiva e perseguidora em um tema perdendo a visão de conjunto cria verdadeiramente caricaturas ofensivas do sacerdócio católico na qual me sinto ofendido.

Só lhe peço, amigo jornalista, que busque a Verdade, o Bem e a Beleza. Isso o fará nobre em sua profissão.

Em Cristo,

Pe. Martín Lasarte, SDB.

Fico chapado de vez em quando…

Por Nátaly Dauer

Em declaração para o jornal britânico Lancashire Evening Post , o terapeuta e orientador inglês Steve Pope afirmou que passar duas horas jogando videogames produz o mesmo efeito no cérebro que usar uma dose aspirada de cocaína, a conhecida “carreira”.

O vício por games no país está crescendo e afetando mentalmente os jovens, além de causar problemas físicos como a obesidade, acusa Pope, que trabalha com crianças que fogem das aulas e roubam para jogar, e com algumas que passam 24 horas diretas na frente dos games. O terapeuta acredita que esse vício pode gerar violência, levando os jogadores a confundir fantasia e realidade.

O artigo traz exemplos de uma avó, viciada em pôquer online, e sua neta, viciada na rede Facebook, como argumento de que o comportamento pode passar de geração em geração, e comenta ainda sobre a proibição de atletas da Premier League do futebol inglês jogar games até 24 horas antes de uma partida, para evitar um desempenho ruim nos campos. O texto também conta o caso de uma mãe que comprou para seu filho o game Call of Duty, e sentiu que foi como se tivesse oferecido a ele sua primeira dose de whiskey, informa o site de jogos 1Up .

De acordo com o site TechRadar , Gayle Brewer, professor de psicologia da University of Central Lancashire, diz que é importante encontrar um equilíbrio, e que é mais fácil para os pais impor regras desde o início sobre o tempo gasto pelos filhos nos games.

Sexualidade dos adolescentes

Pessoal, achei muito interessante e oportuna essa notícia. Vale a pena conferir!

ROMA, terça-feira, 13 de abril de 2010 (ZENIT.org). – Christine Vollmer, presidente da Alliance for the Family, membro da Pontifícia Academia pela Vida e do Pontifício Conselho da Família e líder do grupo que instituiu o “Alive to the World”, comemorou o recente anúncio do American College of Pediatricians (ACP) que inclui uma advertência embasada em anos pesquisas clínicas e observações rigorosas.

A ACP divulgou em nota os resultados de uma série de estudos que determinam, de maneira inequívoca, que o desejo de pré-adolescentes de serem do sexo oposto constitui um estágio de desenvolvimento absolutamente normal e temporário.

A ACP divulgou também uma advertência às escolas e aos adultos responsáveis sobre o fato de que a confusão de gênero, a atração pelo mesmo sexo, e a confusão sexual não devem jamais ser estimulados.

“Mesmo crianças e adolescentes com Desordem de Identidade de Gênero (quando uma criança tem desejo de ser do sexo oposto) perdem estas tendências durante a puberdade, quando este comportamento não é reforçado”.

“Os pesquisadores, Zucker e Bradley, afirmam que, quando os pais ou outros adultos estimulam uma criança ou adolescente a se comportar ou ser tratado como se fosse de outro sexo, é reforçada a confusão, e a criança é assim condicionada a uma conduta dolorosa e sofrida sem necessidade”.

Mesmo que “motivadas por intenções nobres”, “as escolas podem ironicamente desempenhar um papel negativo quando reforçam tais desordens”, explica a comunicado enviado na semana passada a 14.800 inspetores de ensino dos EUA, assinado por Tom Benton, MD, FCP, presidente do American College of Pediatricians.

Benton divulgou ainda uma página na internet sobre o tema,www.FactsAboutYouth.com (em inglês), na qual os pais e responsáveis podem encontrar mais informações.

“É importante a questão seja esclarecida”, disse Christine Vollmer a ZENIT.

“Nosso programa, que já tem 12 anos, Alive to the World, inclui diretrizes claras para compreender e acompanhar as crianças e adolescentes através dos vários estágios psicológicos de seu desenvolvimento rumo à maturidade”, acrescentou.

“Para dizer com as palavras do Dr. Benton” – prossegiu – “a adolescência é um período de agitação e efemeridade. Os adolescentes experimentam confusão a respeito de muitas coisas, incluindo a orientação sexual e a identidade de gênero, e são particularmente vulneráveis às influências do ambiente”.