Próximo passo será a legalização da pedofilia

“O próximo passo será a adoção de crianças por casais homossexuais e a legalização da pedofilia”, disse ontem o deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ) ao comentar a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que reconheceu a união estável entre homossexuais. Para ele, o STF fez um “julgamento político”. “O Supremo extrapolou. Quem tem de decidir isso é o Legislativo, com a sanção do Executivo. Agiu por pressão da comunidade homossexual e do governo. Unidade familiar é homem e mulher.”

Bolsonaro afirmou que proíbe o seu filho de 3 anos de brincar com crianças criadas por gays. “Eu não quero que o meu filho menor vá brincar com o filho adotivo de dois homossexuais. Não deixo. Não quero que ele aprenda com o filho do vizinho que a mamãe usa barba, que isso é normal. Não vou deixá-lo nessas companhias porque o futuro do meu filho também será homossexual”, disse o deputado. “Vão dizer que estou discriminando e estou, sim.”

Indagado sobre o teor de suas declarações, Bolsonaro atacou o Projeto de Lei 122, que prevê a criminalização da homofobia, e sugeriu que, caso ele seja aprovado, será “mais fácil se livrar de um homicídio do que de uma discriminação homofóbica”. “Se ser homofóbico é defender as crianças nas escolas, defender a família e a palavra de Deus, pode continuar me chamando de homofóbico com muito prazer, pode me dar o diploma de homofóbico”, declarou. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Alemanha: mais pais na prisão por rejeitarem educação sexual estatal

43 associações do mundo inteiro exigem liberdade para os progenitores objetores
MADRI, quarta-feira, 16 de março de 2011 (ZENIT.org) – Na semana passada, a Europa descobriu com surpresa que, em um país democrático como a Alemanha, uma mãe foi presa por se recusar a levar seus filhos à aula de educação sexual do Estado e que já eram 53 os pais condenados por esse motivo.Na última segunda-feira – informa a ZENIT a associação Profissionais pela Ética – a ‘Alliance Defense Fund’ (ADF), entidade jurídica que defende os direitos das famílias alemãs perante o Tribunal Europeu de Direitos Humanos de Estrasburgo, informou sobre dois novos casos de prisão de pais em Salzkotten.

São eles: Eduard W., pai de 8 filhos, e Artur W., pai de 10 filhos e a duas semanas de ter o 11º.

Esses pais se recusaram a permitir que seus filhos participem do programa de educação sexual, porque não concordam com a educação sexual que o Estado quer impor aos seus filhos de forma obrigatória e consideram que seus direitos humanos e civis estão sendo violados.

De acordo com Roger Kiska, advogado de ADF, o Tribunal Europeu de Direitos Humanos de Estrasburgo não aceitou o pedido para decretar medidas de emergência para libertar a Sra. Wiens, apesar da prisão injusta.

“Estamos convencidos de que, quando o Tribunal de Estrasburgo ditar sua sentença sobre os casos de pais que foram presos pelo simples fato de exercer a paternidade, a justiça vai prevalecer”, disse ele.

Enquanto isso, na Espanha, Profissionais pela Ética promove uma declaração a favor da Sra. Wiens, a mãe presa pelo mesmo motivo, na mesma localidade alemã de Salzkotten, assim como de outros pais alemães condenados.

Nesta declaração, que foi assinada por 43 associações da Espanha, Irlanda, Itália, Bélgica, França, Eslováquia, Alemanha, EUA, Quênia, Filipinas, México e Noruega, pede-se às autoridades alemãs que libertem os pais presos por quererem educar seus filhos segundo suas convicções.

Também se exige que as instituições europeias garantam os direitos fundamentais e a liberdade de educação.

A declaração foi enviada às seguintes instituições: Chancelaria Federal da Alemanha; governo federal alemão; ministérios da Cultura e Educação dos estados alemães federados; instituições do Conselho da Europa; representantes dos governos alemão e espanhol no Conselho da Europa; Parlamento Europeu; embaixada alemã na Espanha; tribunais que condenaram os progenitores alemães; pais alemães presos.

“Com esta ação – disse Leonor Tamayo, chefe da área internacional de Profissionais pela Ética -, queremos sensibilizar a opinião pública e apoiar os pais, obrigando as autoridades a evitar essa violação agressiva dos direitos humanos.”

A declaração pode ser assinada em: http://www.profesionalesetica.org/suscribirse-a-la-declaracion/.

Para mais informações: www.profesionalesetica.org.

 

Estamos bem sem Deus?

Como todos devem saber, o Papa está visitando o Reino Unido por esses dias. Você pode estar se perguntando.. “E o que eu tenho a ver com isso?”

Pois bem, vejam a foto que está em anexo e o site a seguir http://www.goodwithoutgod.org.uk/.

A foto diz respeito a um outdoor perto do Bellahouston Park, em Glasgow, na Escócia.  Na frase, o protesto ateu contra a visita do Papa, o maior símbolo católico cristão no mundo: “Dois milhões de escoceses estão bem sem Deus”.

E você? Não se sente incomodado ao saber que muitas pessoas acreditam viver bem sem Deus?

Evilásio Lucena
Pesquisador do Grupo de Pesquisa em Telecomunicações Sem Fio – GTEL/UFC Campus do Pici
Estudante de Doutorado do curso de Engenharia de Teleinformática DETI/UFC
Vocacionado da Comunidade Católica Shalom

Antes de nascer, pode.

Mais um caso de uma mãe que cometeu uma barbaridade… só porque foi depois de nascer! Ninguém se escandalizaria se ela tivesse feito isso ANTES QUE OS BEBÊS NASCESSEM.

Uma britânica admitiu ter guardado os cadáveres de três bebês em um armário por 20 anos. Bernadette Quirk, de 55 anos, também enterrou, secretamente, em um cemitério, o corpo de um quarto bebê.

Ela está sendo julgada em um tribunal na cidade de Liverpool, no norte da Inglaterra.

Os bebês nasceram entre 1985 e 1995. Quirk, que no período consumia grandes quantidades de álcool, alega que todos os bebês nasceram mortos e que ela embrulhou três deles em trapos e guardou-os em um pequeno recipiente plástico em seu armário.

Nascida no condado de Merseyside, hoje vivendo nos arredores da cidade de Manchester, Quirk teve dificuldade em se lembrar das datas em que os bebês nasceram.

Ela se declarou culpada da acusação de ocultação de nascimentos e será sentenciada em outubro.

‘Período difícil’

O advogado de Quirk, Ian Morris, disse ao tribunal que os nascimentos aconteceram durante um período difícil na vida dela.

Ele disse que a cliente desejava tornar claro que os bebês já estavam mortos quando nasceram, fato que não foi contrariado por pareceres médicos.

Segundo o advogado, Quirk descreve aquela fase em sua vida como caótica e diz ter enterrado as memórias daquele tempo em algum lugar inacessível.

Morris disse que sua cliente não se lembra do quarto bebê mas não teve outra opção senão admitir culpa, tendo em vista evidências irrefutáveis de que ela era a mãe.

Ele disse ao tribunal que quando Quirk foi presa, no ano passado, estava recebendo tratamento para depressão em um hospital e corria o risco de ser despejada de sua casa.

Gêmeas

Não foi explicado por que Quirk guardou os restos dos cadáveres, levando-os consigo para os vários endereços que ocupou após os nascimentos.

Os restos mortais foram encontrados pela filha de Quirk, Joanne Lee, que avisou a polícia.

Os quatro bebês eram meninas e duas delas eram gêmeas.

O juiz pediu mais informações contextuais antes de decidir sobre a sentença, mas alertou Quirk de que há possibilidade de que ela seja mandada para a prisão.

A família de Quirk anunciou que pretende organizar um enterro para os bebês.

Papa alerta o Brasil

ROMA, sexta-feira, 10 de setembro de 2010 (ZENIT.org) – O abandono da vida eclesial por parte de muitos fiéis católicos registrado no Brasil é indício de uma evangelização superficial, que deve ser combatida com a promoção do encontro pessoal com Jesus Cristo, afirma Bento XVI.

Ao receber os bispos do Regional Nordeste III (Estados da Bahia e Sergipe) da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) na manhã desta sexta-feira, o Papa, em seu discurso aos prelados, no Palácio Apostólico de Castel Gandolfo, fez um convite a uma nova evangelização do país.

Ao recordar que há mais de cinco séculos se celebrava a primeira Missa no Brasil e que “os valores da fé católica” moldaram “o coração e o espírito brasileiros”, o pontífice alertou para a “crescente influência de novos elementos na sociedade, que há algumas décadas eram-lhe praticamente alheios”.

“Isso provoca um consistente abandono de muitos católicos da vida eclesial ou mesmo da Igreja, enquanto no panorama religioso do Brasil, se assiste à rápida expansão de comunidades evangélicas e neo-pentecostais.”

O abandono da fé católica é “um indício de uma evangelização, a nível pessoal, às vezes superficial; de fato, os batizados não suficientemente evangelizados são facilmente influenciáveis, pois possuem uma fé fragilizada e muitas vezes baseada num devocionismo ingênuo, embora, como disse, conservem uma religiosidade inata”, afirmou o Papa.

Diante deste quadro – prossegue Bento XVI –, emerge “a clara necessidade que a Igreja católica no Brasil se empenhe numa nova evangelização que não poupe esforços na busca de católicos afastados bem como daquelas pessoas que pouco ou nada conhecem sobre a mensagem evangélica, conduzindo-os a um encontro pessoal com Jesus Cristo, vivo e operante na sua Igreja”.

Direito de discordar do “casamento” homossexual

MÉXICO, D.F., quarta-feira, 18 de agosto de 2010 (ZENIT.org)

Os bispos do México saíram em defesa do direito à livre expressão. Isso após as acusações de intolerância lançadas contra os cardeais Norberto Rivera Carrera e Juan Sandoval Íñiguez, por terem criticado as uniões entre pessoas do mesmo sexo e a adoção de crianças pelas mesmas.

“Lamentamos que, ao manifestar estes conceitos na opinião pública, existam pessoas que recriminem e ameacem, acusando de intolerância, quando tolerância é a possibilidade de que todos expressemos nossa opinião e nossas posições”, destaca um comunicado publicado nesta terça-feira pela Conferência Episcopal Mexicana.

Além de alertar contra os ataques à liberdade de expressão, os bispos do México reiteraram sua oposição ao processo em curso no México para legalizar que pessoas do mesmo sexo possam se casar e adotar crianças.

Na opinião dos bispos, a Assembleia do Distrito Federal aprovou isso “de forma rápida, sem as consultas necessárias aos diferentes atores sociais e sem atender ao consenso da maioria, que estava em desacordo com tais uniões e especialmente com a adoção de crianças”.

“Acreditamos que a equiparar essas uniões ao ‘matrimônio’ é uma falta de respeito. A essência do matrimônio é entre uma mulher e um homem, como está expresso na Constituição do País em seu artigo 4°, como os costumes e a própria cultura que nos rege por séculos”, indica o comunicado.

O episcopado expressou sua solidariedade aos cardeais Rivera e Sandoval e afirmou que “o momento que o México vive requer um debate à altura”.

Por fim, convidou os fiéis “a orarem à Santa Maria de Guadalupe pelas decisões dos governantes e por todas as crianças que não têm voz, mas têm o direito de ter uma família que seja exemplo de virtudes”.

Os bispos pedem que se considerem os direitos das crianças, que “merecem a melhor oportunidade de se incorporar à sociedade”, levando em conta que “todas as correntes de psicologia no mundo reconhecem que um pai e uma mãe são o melhor ambiente para elas”.

“Os menores nasceram de uma união de um homem e uma mulher; jamais nasceram da união de duas pessoas do mesmo sexo”, indica o comunicado do episcopado.

Mãe mata filhos – depois de nascer

RIO – A francesa Dominique Cottrez admitiu nesta quinta-feira ter sufocado os oito bebês, todos seus filhos, que foram encontrados mortos nos últimos dias no vilarejo de Villers-au-Tertre, no norte da França. Segundo o procurador da comuna de Douai, Éric Vaillant, a mulher, de 46 anos, foi indiciada pelos crimes e pode ser condenada à prisão perpétua.

– Ela afirmou que não queria mais ter filhos e disse que não queria consultar um médico para utilizar meios contraceptivos. Ela estava perfeitamente consciente de estar grávida em cada um dos casos – assinalou o procurador em entrevista coletiva. Ao prestar depoimento, Dominique contou que o marido não soube que ela estava grávida de nenhum dos oito filhos.

O excesso de peso da mãe, que segundo a imprensa francesa tem cerca de 130 quilos e trabalha como auxiliar de enfermagem, teria contribuído para esconder a gravidez. Ela tem ainda outras duas filhas, de cerca de 20 anos, que também moram no vilarejo e foram interrogadas.

A imprensa francesa trata o caso como um dos maiores de infanticídio da história do país. Apesar de o procurador ter explicado que apenas autópsias poderão confirmar a data do nascimento das crianças, acredita-se que elas tenham morrido entre 1989 e 2006.

O pai das crianças, Pierre-Marie Cottrez, tem 47 anos e é vereador da câmara municipal do vilarejo, de apenas 700 habitantes. Ele teve sua libertação ordenada, mas poderá ainda ser indiciado por não ter denunciado os crimes e por posse de cadáveres, de acordo com o procurador.

O casal foi detido na quarta-feira, depois que, enquanto faziam obras no jardim, os novos donos de uma casa em Villers-au-Tertre encontraram, no último sábado, dois esqueletos em sacos plásticos enterrados. A casa já havia pertencido à família da mãe dos bebês.

Interrogada pela polícia, Dominque admitiu que havia outros seis corpos, também em sacos plásticos, escondidos na garagem de sua atual casa.

O casal é descrito pelos moradores como pessoas “comuns, solícitas e educadas”, que não indicavam nenhum comportamento anormal. Dominique Cottrez passará por um exame psiquiátrico

O grande problema foi que ela não os assassinou ANTES de eles terem nascido. Tadinha…

Mensagem subliminar: pelo amor  de Deus não votem na DILMA!