A SILENCIOSA INVESTIDA DA REDE GLOBO

Recebi esse outro texto e achei interessante. O que vocês acham?

Saudações amigos!

Dias atrás eu conversava com minha esposa sobre a programação da Rede Globo, do padrão de qualidade, da audiência, do investimento gigantesco em publicidade e das inúmeras repetidoras espalhadas no Brasil e no mundo.

Acontece que a Globo, com todo esse poder de penetração na sociedade e dentro de nossas casas, vem introduzindo, silenciosamente, uma cultura de libertinagem, traição, adultério e rompimento com a célula familiar de forma sutil.

Com o advento do BBB10 a Globo conseguiu o que ela vinha tentando há muito tempo, o beijo gay ao vivo. Em duas cenas do BBB 10 aconteceram dois beijos Gay e quando um deles foi “líder” a produção do programa teve o cuidado de colocar sobre uma estante a foto do beijo, com isso a Globo faz com que seus fiéis telespectadores vejam o beijo gay como algo comum e engraçado, ou seja, aceitável.
Agora, nas novelas globais o beijo gay vai acontecer, induzindo esse comportamento aos jovens e adolescentes, induzindo legisladores a criarem leis que abonem tal comportamento.

No mesmo BBB 10 uma das participantes declarou-se lésbica e com essa declaração todas as demais mulheres do programa se aproximaram dela sendo protagonizado o selinho lésbico no programa e todos os demais a apoiaram sob o manto sagrado do não preconceito.

Na novela Viver a Vida o tema principal mostrado de forma engraçada e aceitável é a da traição e do adultério.
A Globo leva ao telespectador ao absurdo de torcer para que um irmão traia o outro ficando com sua namorada.
A traição nessa novela é a mola mestra da máquina, todos os personagens se traem, e isso é mostrado de forma comum, simples, corriqueiro.

Mas talvez, a investida mais evidente e absurda esta na novela das 6h, Cama de Gato.
A Globo superou todos os limites nessa novela ao colocar como tema uma música do grupo Titãs.
Na música, nenhuma linha de sua letra se consegue tirar algo de poético, de aconselhável pra vida ou de apoio.
A letra da música faz menção discarada do Inimigo de nossas almas que deseja entrar em nossa casa (coração) e destruir tudo, tirarem tudo do lugar (destruir a célula familiar e nossa fé).

A música chega ao absurdo de dizer que devemos voltar à mesma prisão, a mesma vida de morte que vivíamos.

Amados amigos, fica o alerta, às vezes nem nos damos conta do real propósito de uma novela, de um programa, de uma música, e como Jesus esta às portas, as coisas do mal estão cada vez mais evidentes e claras. Até os incrédulos estão percebendo que algo esta errado.

Aproveito para trazer ao conhecimento a letra dessa música, cuidadosamente escolhida pela Globo para servir de tema da dita novela;  música de abertura da novela.

Vamos deixar que entrem Que invadam o seu lar
Pedir que quebrem Que acabem com seu bem-estar
Vamos pedir que quebrem O que eu construi pra mim
Que joguem lixo Que destruam o meu jardim

Eu quero o mesmo inferno A mesma cela de prisão – a falta de futuro
Eu quero a mesma humilhação – a falta de futuro

Vamos deixar que entrem Que invadam o meu quintal
Que sujem a casa E rasguem as roupas no varal
Vamos pedir que quebrem Sua sala de jantar
Que quebrem os móveis E queimem tudo o que restar

Eu quero o mesmo inferno A mesma cela de prisão – a falta de futuro
Eu quero a mesma humilhação – a falta de futuro

Eu quero o mesmo inferno A mesma cela de prisão – a falta de futuro O mesmo desespero

Vamos deixar que entrem Como uma interrogação
Até os inocentes Aqui já não tem perdão
Vamos pedir que quebrem Destruir qualquer certeza
Até o que é mesmo belo Aqui já não tem beleza

Vamos deixar que entrem E fiquem com o que você tem
Até o que é de todos Já não é de ninguém
Pedir que quebrem Mendigar pelas esquinas
Até o que é novo Já esta em ruinas


Vamos deixar que entrem Nada é como você pensa
Pedir que sentem Aos que entraram sem licença
Pedir que quebrem Que derrubem o meu muro
Atrás de tantas cercas Quem é que pode estar seguro?

Eu quero o mesmo inferno A mesma cela de prisão – a falta de futuro
Eu quero a mesma humilhação – a falta de futuro

Eu quero o mesmo inferno A mesma cela de prisão – a falta de futuro O mesmo desespero


Imaginem tudo isso entrando em sua casa… Isso tudo é uma maldição.

Quando você liga sua televisão, você abre uma janela para entrar em sua casa coisas boas ou ruins – isso é uma questão de escolha.

Imaginem nossas crianças cantando isso? Trazendo isso pra dentro do coração e da alma dela? Imaginem você cantando isso?

Tente imaginar de onde o compositor dessa pérola tirou inspiração para compôr tamanha afronta?

A palavra de Deus é clara quando diz; quem esta de pé, veja que não caia. e ainda; examinai todas as coisas, retende o que é bom.

Ai pergunto, parafraseando a própria Bíblia; pode porventura vir alguma coisa boa da Rede Globo?

Pense nisso, anuncie isso, faça conhecer, livre alguns dessa humilhação, dessa opressão, dessa falta de futuro, dessa cela de prisão.

“Foi para LIBERDADE que Cristo nos libertou.” (Gálatas 5,1a)

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Cristo no carnaval e no tribunal

Pessoal, não deixem de ler pois é realmente muito interessante!

Na pornografia pode, no tribunal não…

Por: Dr. Rafael Vitola Brodbeck

Delegado de Polícia

Vários órgãos públicos brasileiros se defrontam, hodiernamente, com o tema dos crucifixos em suas paredes. Impregnados de um pernicioso princípio laicista, que quer não a tolerância aos vários cultos, mas, na prática, a instauração da não-religião e a oficialização do ateísmo, alguns deles inclusive já proibiram que ele, o Cristo Crucificado, morto pelos pecados dos homens, esteja em seus prédios. Invocam, muito forçosamente interpretada, a separação entre Igreja e Estado no Brasil.

Interessante é o caso, todavia, do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. No início do ano passado, o Desembargador Luiz Sveiter tomou posse como presidente do referido colegiado e, como uma de suas primeiras ações, mandou retirar os crucifixos da corte. Aquele que é o Supremo Juiz, Criador do Céu e da Terra, não seria mais o grande inspirador das decisões dos homens. Ora, impedir que os crucifixos estejam no tribunal – e em qualquer órgão público do país – é ignorar a história e a cultura de nossa pátria. É desrespeitar a religião da esmagadora maioria do povo brasileiro, e jogar no lixo a riqueza da simbologia em troca da excessiva e fria austeridade de matriz notadamente puritana – vejam “A Festa de Babette” e façam a analogia…

Um ano depois – na verdade, faltaram dois dias para fechar um ano completinho –, o mesmo tribunal, pelo Órgão Especial, tomou decisão diametralmente oposta quando se tratava de usar os mesmos símbolos religiosos pelas escolas de samba do Rio de Janeiro. Na verdade, a Câmara de Vereadores da Cidade Maravilhosa, mediante a Lei Municipal 4.483/07, proibiu o uso de alguns símbolos religiosos, entre os quais o crucifixo, pelas agremiações carnavalescas, sob pena de perder a subvenção paga pela Prefeitura. O sentido da norma em tela é impedir a profanação das imagens, o uso irreverente, misturando Cristo e Nossa Senhora com mulatas seminuas e letras de moral duvidosa. O que fez o tribunal? Considerou a lei inconstitucional, o que significa dizer que as escolas de samba podem, à vontade, colocar seios, nádegas e “perseguidas” lado a lado com Jesus Cristo, a Virgem Maria e São Longuinho.

E por que isso? Porque na cabeça desse povo, os santos, as imagens, o crucifixo, são meramente a representação de nossa cultura, a expressão de nossa identidade pátria e, portanto, podem ser usados. É por tal argumento que a atriz Carol Castro fotografou nua, na Playboy, usando um terço e não achou nada de errado… É por isso que uma “rainha de bateria” disse no Caldeirão do Huck que levava uma estampa de São Jorge quando pisava na passarela e o guardava na minúscula calcinha, junto às partes baixas – e ainda foi clara quando afirmou que coloca “o santinho na ‘santinha’”, batizando com um apelido inverossímil sua cavidade reprodutiva.

As símbolos das outras religiões são só dessas religiões, mas os símbolos católicos são de todo mundo, já que todos são batizados, se dizem católicos, e nossa cultura é, ainda que alguém esperneie, profundamente irrigada pelo catolicismo.

Quer dizer, o crucifixo nas paredes do TJ do Rio não pode, mas na Sapucaí pode. O crucifixo a inspirar os julgadores cariocas não pode, mas a “acompanhar” a celebração da luxúria e da pornografia pode.

Tristes tempos os nossos. Não se quer mais dar a Jesus Cristo o seu lugar de direito. Ele, Rei universal, foi destronado por nós, que deveríamos ser seus súditos. Talvez estejamos agindo como aqueles romanos que, na sua Paixão, lhe deram uma coroa não de ouro ou cravejada de jóias, mas de espinhos que lhe fizeram sangrar a fronte. E já que ele não tem mais lugar entre os magistrados do TJ, lhe arrumaram um jeito de habitar a rua da devassidão.

Fonte: http://www.veritatis.com.br

Crise familiar e educativa, aliada da pedofilia

Denúncia do presidente de uma associação italiana

Por Mirko Testa

SIRACUSA, terça-feira, 24 de novembro de 2009 (ZENIT.org).

O lobby pedófilo aparece cada vez mais nas trilhas das famílias em crise e encontra terreno fértil em uma “mentalidade progressista” que considera normal a atração por crianças.

É o sinal de alarme lançado por Fortunato Di Noto, presidente de “Onlus”, uma associação pioneira na luta contra a pedofilia, que trabalha na tutela de menores e tem sua sede em Avola (Itália).

“O mais perigoso é a existência de um profundo substrato, muito consolidado em todo mundo” – explica o sacerdote em uma entrevista a ZENIT. “A pedofilia não está ligada unicamente ao corrupto de turno, mas tem quase se convertido em um fenômeno cultural que ganha cada vez mais terreno.”

O que emerge, acrescenta o sacerdote siciliano, é frequentemente o rosto de “uma sociedade que nos quer fazer ver a criança não como tal, quer dizer, como uma pessoa que está desenvolvendo sua personalidade, mas como um adulto, com desejos e exigências sexuais que devem ser satisfeitas”.

Di Noto fala da existência de uma verdadeira “cúpula pedocriminosa”, como faturamento de mais de 13 bilhões de euros, que usa redes sociais como Facebook para fazer propaganda de seu próprio “credo” e comercializar o material “pedopornográfico”.

Um “mercado implantado sobre a inocência” que se estendeu também às publicações, aos jogos e aos artigos de bijuteria, afirma o sacerdote, obrigado às vezes a ser escoltado por agentes da polícia pelas reiteradas ameaças de morte que recebe.

Os dados lhe dão razão: de janeiro a outubro de 2009, a associação Onlus registou 1.410 denúncias de delitos – frente às 340 do ano passado –, no distrito de Catânia.

Estes registros são fruto do trabalho desenvolvido pela plataforma “Sicilia Oriental”, de Catania, com um total de 10.000 recomendações de portais, sites e comunidades de redes sociais pedófilas e pornográficas.

Um drama que implica cerca de 200.000 menores por ano, vítimas da pornografia e da exploração sexual.

A esta praga se acrescentou recentemente o novo filão da infantofilia, descoberto e denunciado pela primeira vez por Onlus em 2002, que envolve crianças de idade muito pequena, desde os poucos dias aos dois anos.

Segundo o informe apresentado por Onlus a 16 de setembro passado no Conselho de direitos humanos da ONU, são mais de 750.000 os “depredadores” sexuais à caça de crianças conectadas à internet de modo continuado.

“Onlus – afirma Di Noto –, nos últimos sete anos de atividade social e tutela da infância, denunciou oficialmente à Polícia Postal Italiana e às polícias de diversos países do mundo 53.290 sites pedófilo-pornográficos.”

À raiz dessas denúncias, abriram-se investigações que levaram a milhares de suspeitos, sendo muitos deles presos.

A nova fronteira, no entanto, parece ter-se convertido nos filmes pedopornográficos em que os que atuam são menores, guiados pelo “set” dos adultos que, deste modo, conseguem escapar da justiça, dada a não imputabilidade, pela idade, das crianças que mantêm relações sexuais entre elas.

Por esta razão, no dia 22 de setembro, em Roma, durante uma sessão na Comissão Bicameral para a Infância, presidida por Alessandra Mussolini, Di Noto pediu a adoção de uma proposta de lei.

Essa proposta – formulada pela associação Onlus e apoiada com entusiasmo por 160 deputados de diversos partidos – buscaria combater os que, “servindo-se de qualquer meio, inclusive o televisivo, legitimam publicamente, difundem opiniões para legitimar estes atos, instigam ou fazem apologia”.

O problema – explica o sacerdote – é que no conjunto de leis que deve ser aprovado não se incluiu a luta contra a pedofilia “pseudocultural”.

Na raiz da proliferação desta praga social, o sacerdote identifica “uma profunda emergência educativa e uma crise substancial que afeta a família”.

“No momento em que a família está em crise educativa, econômica, de relações e com pais ausentes, isso faz aparecer um vazio que os pedófilos vão preencher.”

A associação Onlus conta com uma “família” – como o sacerdote gosta de definir – de cerca de 300 voluntários, nove centros operativos na Sicília, alguns dos quais requeridos expressamente por bispos locais como parte de seu plano de ação pastoral.

A entidade formou ainda uma “rede de comunhão” com projetos na Romênia, Brasil e Paraguai, onde se proporcionam documentos às crianças de rua e apoio concreto através de advogados, médicos, psicólogos, educadores e outros profissionais.

No que se refere à aproximação da Igreja ao problema da pedofilia, Di Noto destaca que “a Igreja é mãe e acolhe todos os pecadores (que queiram ou desejem se converter) e os que sofrem abusos”.

“O perdão também é para os pedófilos, mas devem realizar atos de séria e autêntica conversão”, acrescenta.

“Conheci tantas crianças com as vidas destruídas”, afirma. Confessa que também já acolheu sacerdotes que pediram ajuda. “Eu sempre lhes peço que quem realizou estes atos que não permaneça vivendo plenamente o ministério; Jesus Cristo não permitiria, estou mais que convencido”.

“A violência, os abusos cometidos por um pastor são graves – explica –, são a manifestação elaborada e consciente do mal, e não de uma ocasião, porque nunca há ocasião para violar a inocência.”

No entanto, precisa, “não podemos atuar apenas perante a emergência, só quando ocorre um desastre; a missão da Igreja é anunciar o Amor de Deus a todos, e levar-lhes a obra de salvação e esperança”.

“Os bispos, pastores e pais de crianças de quem foi roubada a dignidade e inocência devem assumir um compromisso: designar em todas as dioceses do mundo, começando pelas da Itália, o vigário episcopal das crianças: um sinal do amor de Jesus Cristo através do bispo e dos pastores.”

Além disso, o sacerdote pede promover a presença de todas as dioceses no portal de sua associação. “Nós –concluiu– estamos sempre a serviço das crianças, as prediletas do Senhor, os filhos prediletos da Igreja. Sempre”.

[Notícia publicada pelo jornal eletrônico ZENIT – os grifos são meus]

A ameaça da pornografia para as crianças

Por padre John Flynn, L.C.

ROMA, terça-feira, 27 de outubro de 2009 (ZENIT.org).- Proteger as crianças da exploração sexual é hoje prioridade para muitos governos e organizações privadas. Apesar disso, um recente informe denuncia que não se está fazendo o suficiente para tratar a ameaça que a pornografia dos adultos representa para as crianças.

“Morality in Media”, uma organização sem fins lucrativos com sede em Nova York, publicou em setembro um estudo intitulado: “How Adult Pornography Contributes To Sexual Exploitation of Children” (Como a pornografia adulta contribui para a exploração sexual das crianças).

Ali se sustenta que os organismos dos governos e as organizações privadas estão ignorando as consequências do que qualificam de “exploração” da pornografia adulta na internet e em outros lugares.

A pornografia adulta é uma ameaça para as crianças de diferentes formas, afirma o informe:

–Os delinquentes utilizam pornografia adulta para preparar suas vítimas.

–Para muitos delinquentes, há uma progressão desde ver pornografia adulta até ver pornografia infantil.

–Os homens atuam com as crianças prostituídas como como veem na pornografia adulta, e os aliciadores usam pornografia adulta para instruir as crianças prostituídas.

–As crianças imitam com outras crianças o comportamento que veem na pornografia adulta.

–O vício à pornografia de adultos destrói casamentos, e os filhos nos lares com um só progenitor correm mais risco de sofrer exploração sexual.

Preparação

O autor do informe, Robert Peters, presidente de “Morality in Media”, explica que há duas décadas, em sua pesquisa sobre casos judiciais, esbarrou com múltiplos exemplos de situações que implicam exploração sexual de crianças em que o acusado adulto havia mostrado ou dado pornografia de adultos à vítima menor como parte do processo de preparação.

Muitos debates têm-se centrado no tema de se a pornografia de adultos causa crimes sexuais, observa. Ainda que este assunto da causa direta ainda esteja em debate, Peters comenta que, segundo sua experiência, a utilização de pornografia de adultos por parte de depravadores para despertar e desensibilizar suas vítimas menores é de verdade uma forma como a pornografia de adultos contribui para causar dano.

Isso é mais que uma simples opinião pessoal. Um dos apêndices do informe contém mais de 100 páginas de recortes de notícias e casos judiciais que fazem referência a como os delinquentes mostraram ou deram pornografia a uma criança ou a forçaram a olhá-la.

O informe continua explicando que as pessoas que são viciadas em pornografia requerem classes mais explícitas e anômalas de material sexual conforme avança o tempo, de forma parecida a quem sofre de vício de drogas. Assim, com o tempo, há uma necessidade crescente de mais estímulo para alcançar o mesmo efeito inicial.

Peters também observa que há uma tendência cada vez maior a reproduzir sexualmente os comportamentos vistos na pornografia. Desta forma, os consumidores de pornografia não são meros consumidores passivos, mas tendem a levar à prática os comportamentos que veem.

Ameaça da mídia

Quanto às crianças, o informe explica que se uma criança entrasse em uma livraria adulta, ser-lhe-ia solicitado que saísse, posto que vai contra a lei de vender pornografia às crianças no mundo real.

Pelo contrário, se essa mesma criança está a ponto de entrar na maioria das páginas web comerciais que distribuem pornografia adulta, é possível que veja pornografia adulta gratuitamente e sem restrições. Supostamente, quando se trata de internet, os tribunais pensam que a utilização por parte dos pais de filtros é uma solução adequada para o problema, comenta o informe.

Os pais têm um papel primordial na hora de proteger as crianças do conteúdo danoso da internet, admite Peters. No entanto, a maioria das crianças pode ter acesso à internet fora de casa ou por meio de dispositivos móveis. Tudo que se necessita é que uma criança em um grupo de amigos tenha acesso sem restrições à internet para que todos tenham acesso, destaca o informe.

Peters também afirmava que em seus muitos anos de experiência um número significativo de aliciadores utiliza a pornografia não apenas para despertar e instruir suas vítimas, mas também para exercitar a si mesmos.

Uma das conclusões do informe é o pedido de que as Igrejas e outras instituições religiosas façam mais frente ao problema da pornografia de adultos.

Também os meios de comunicação e de entretenimento poderiam ajudar a apresentar a produção e o consumo de pornografia adulta como um problema real, em vez de uma questão sem nenhuma significação moral ou social.

Vida familiar

A observação do informe de que a pornografia fere a vida familiar e as crianças não é uma opinião ilhada. Da Austrália, o Sydney Morning Herald, em um artigo de 5 de março, falava do cenário de um marido viciado no pornô. O “catastrófico desajuste emocional que sofre” por este vício é um fato comum.

No ano passado, o telefone da assessoria Mensline Australia teve crescimento de 34% no volume de chamadas de homens que sentiam que a pornografia era um problema em sua relação, comentava o artigo.

A possibilidade de aceder à pornografia através de computadores e telefones tirou, por assim dizer, a barreira de entrada, quer dizer, a vergonha de visitar um sex shop para comprar uma revista ou um vídeo.

O artigo observava que também é um problema grave para as mulheres. “Há uma boa proporção de mulheres que vê o uso do pornô por seu parceiro como uma infidelidade”, afirmava o sociólogo Michael Flood. “Inclusive quando ele é honesto sobre isso, algumas mulheres consideram o uso do pornô como uma espécie de adultério”.

O nexo entre a multimilionária indústria do pornô e o apetite sexual converteu-se em algo como a relação entre as refeições extragrandes e a obesidade, sustentava a feminista Naomi Wolf em um artigo publicado a 4 de abril no Times.

“A onipresença das imagens sexuais não libera o poder de Eros, mas o diluem”, afirmava.

Um artigo publicado no jornal canadense Ottawa Citizen a 29 de maio dava mais evidências sobre as implicações disso para as crianças. Richard Poulin, professor de sociologia na Universidade de Ottawa, participou de uma conferência em Montreal intitulada: “Jovens, mídia e sexualidade”.

Ele observava que as agressões sexuais são cometidas agora por jovens. Ademais, uma pesquisa realizada entre estudantes da Universidade de Ottawa manifestou que a média de idade em que viram pela primeira vez pornografia era de 13 anos. Entre aqueles cujos pais tinham a pornografia em casa, a idade era menor, entre 10 e 11 anos.

Poulin também citava uma pesquisa que mostrava que um em cada cinco homens entre 22 e 23 anos admitia sentir-se atraído por meninas de 13 anos. “Esta não é uma tendência trivial”, indicava.

Ambiente sadio

Bento XVI abordava o tema da pornografia em seu discurso de 16 de abril de 2008 aos bispos norte-americanos, durante a visita aos EUA.

“As crianças têm direito a crescer com uma sadia compreensão da sexualidade e de seu justo papel nas relações humanas”, recomendava. “A elas se deveriam evitar as manifestações degradantes e a vulgar manipulação da sexualidade hoje tão preponderantes”.

As crianças têm o direito de ser educadas nos autênticos valores morais baseados na dignidade da pessoa humana, continuava o pontífice.

“Que significa falar da proteção das crianças quando em tantas casas se pode ver hoje pornografia e violência através dos meios de comunicação amplamente disponíveis?”, perguntava.

Ao tratar este problema, o Papa falava da necessidade urgente de determinar os valores que guiam a sociedade de hoje. Se de verdade quisermos cuidar dos jovens, todos temos de reconhecer nossa responsabilidade de promover e viver os valores morais autênticos, que permitam prosperar a todos, concluía.

Uma recordação oportuna do perigo de fechar os olhos ante um problema que se ignora com muita frequência.

O sexo vende

Mais uma descarada reportagem. Nós cristãos não devemos nos calar, mas defender os nossos valores. A CASTIDADE é a liberdade do amor. Enquanto isso, a indústria da imoralidade faz seu escravos… e seus milhões e milhões…

Qua, 07 Out, 12h02 Por Sophie Hardach PARIS, 7 de outubro (Reuters Life) – Se você é sexy, mostre-se e venda seu produto. Foi essa a mensagem vista na semana de moda de Paris, que trouxe coleções repletas de meias rendadas, alças de sutiã de fora e calcinhas expostas.

Cintas-liga – reais, embutidas em vestidos ou pintadas sobre a pele – ganharam destaque nas coleções de Sonia Rykiel, Jean-Paul Gaultier, Christian Dior e Chanel.

Nesta última, o estilista Karl Lagerfeld misturou inocentes vestidos brancos em estilo camponesa com cintas-liga parecendo tatuagens e calcinhas de corte alto, fundindo tudo numa brincadeira campestre que incluiu modelos beijando-se num monte de feno.

“Sou totalmente a favor”, disse a modelo russa Natalia Vodianova, aludindo à tendência de exposição da lingerie. “Uma mulher precisa ser elegante e não usá-la de maneira vulgar.”

Apresentando sua nova linha de lingerie para a varejista Etam, Vodianova disse a jornalistas que se sente inspirada por mulheres que deixam entrever um vislumbre de sua lingerie ou expõem as alças de seus sutiãs.

As coleções mostradas em Milão incluíram tantos vestidinhos minúsculos que críticos de moda descreveram o tema dominante como sendo “viva a mulher oferecida”. Os microvestidos também estiveram presentes em peso nos desfiles das coleções de primavera/verão 2010. Na Chanel, Karl Lagerfeld inseriu cortes em saias já exíguas. A Dior expôs vestidos-penhoares sensuais e calcinhas francesas de cintura alta, evocando os quartos das estrelas de cinema dos anos 1950.

Resumindo o clima sexy, Gaultier batizou sua coleção de “Ponto G” e foi fundo em seus arquivos para ressuscitar um look provocante e semivestido, ressuscitando também o sutiã cônico de cetim que criou para a popstar Madonna anos atrás. “Em contraste com o politicamente correto, com o convencionalismo total da moda, eu quis voltar às ruas”, disse Gaultier no sábado, após seu desfile.

No desfile de Alexander McQueen, vestidos curtíssimos em tons de ferrugem, azul e verde fortes eram dobrados como origamis. Shelly Musselman, co-proprietária da butique Forty Five Ten, de Dallas, não se surpreendeu com a tendência sedutora. “As mulheres querem ter essa aparência – e os maridos que pagam pelas roupas gostam”, disse ela à Reuters depois do desfile de Alexander McQueen.

Sugiro que vocês deem uma olhada no meu primeiro post – carta aos jovens – onde eu falo desse assunto.

Onde chegaremos?

RIO – A indústria pornô está de olho no mercado de distribuição de filmes pelas redes online dos consoles de última geração, até agora território proibido para os filmes adultos. A notícia foi revelada numa entrevista de Steve Hirsch, CEO da Vivid Entertainment, ao site japonês Kotaku.

O chefe da produtora de vídeos adultos está elaborando um pedido formal para levar seus filmes para a PlayStation Network. Hirsch acredita que agora haja espaço para essa iniciativa uma vez que no mês passado a Sony decidiu permitir que a japonesa DDM.TV distribua filmes adultos em alta definição sob demanda para o console.

– Nosso ponto é muito simples – disse Hirsch – Enquanto a verificação da idade funcionar, não vemos nenhuma razão para que adultos não possam ser autorizados a assistir filmes adultos no Playstation 3.

O serviço da DDM.TV está disponível apenas no Japão, mercado mais liberal que o americano, por exemplo. E se muitos defendem que o controle do conteúdo disponível a crianças é responsabilidade dos pais, há também os que argumentam que o público-alvo de videogames é majoritariamente infantil. Assim sendo, os consoles não seriam uma plataforma adequada para conteúdo adulto.

A batalha pela distribuição de filmes pornográficos nas redes de videogames repete o que já havia acontecido com a chegada do blu-ray. Segundo Hirsch, a Sony também tentou evitar os filmes adultos quando lançou o novo formato de mídia. Para isso, mantinha limitado o número de lugares onde era possível fazer a replicação e autoração dos discos blu-ray.

Se tiver sucesso na empreitada, a Vivid também pretende dar atenção à Xbox Live, rede do console da Microsoft. Hirsch admite que o Wii é um caso mais complicado, por ser “focado num público mais jovem”.